domingo, 29 de julho de 2012

Cadeiras cativas

Imagem da internet

Não somos escravos de nada
Apesar de muitas vezes nos sentirmos assim
Presos a algo, sujeitos a algo ou alguem
Somos  um conjunto de moléculas
Que se dispersarão no mundo
Quando nossos dias forem apenas uma lembrança

De nada somos escravos
E não devemos nos colocar nessa opção
Que por vezes é voluntária
Tem que se ter autonomia
Erguer a cabeça e pisar firme no chão
Não por escravidão, que antes tudo seja por amor

E existe uma imensa diferença entre as partes
Que compõem a liberdade da existência
E a que compõem as cadeiras cativas que sentamos.


Cristina Lira




Um comentário:

  1. Amei o poema.....mas, tenho que discordar. Acredito na escravidão: moral, social, platônica, familiar ou insana mesmo.

    kkk

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