terça-feira, 7 de junho de 2011

Você não está só






Essa tua jornada é muito longa

e embora possas se sentir sozinho não estás

Alguém que te ama e admira acompanha tudo bem de perto

Mais prómixo que imaginas

E se a solidão bater as vezes

escreve em um papel o quanto tristes estas

e logo tudo irá passar aos poucos

e se não passar lembra-te dos amigos

estes arcos fortes que nos impulsionam

e se por falta de um amor a solidão te atormentar

não se iluda em procurar por um

pois o verdadeiro amor sempre nos encontra.
 

Cristina Lira 
 
 

Coletânea de pensamentos Fernando Medeiros






Te amo


Oh! Como eu te amo minha bela;
Te amo tanto, tanto que
As estrelas do céu são mais
Fáceis de serem contadas que
O amor que sinto por você


Oh! Minha bela, seu olhos
São tão reluzentes e brilhantes
Que os raios do sol não podem
Ser comparados com seu brilho


Oh! Talvez nunca terei seu amor
Talvez nunca chegarei a tocá-la
Talvez nunca conseguirei beijá-la
Mas, mesmo assim estarei te esperando
Até o momento que tu estiveres preparada
E pronto com meus braços abertos

Te direi Te Amo 




Que farei

Que farei da minha vida
Tão pouco a ser vivida
E bem fácil de ser esquecida

E que o amor tem a ver com isso?
Ferida que fiz, mesmo eu sabendo o risco
Valeu a pena correr um grande perigo
Que simplesmente veem ao encontro do meu abrigo

Abrigo seria este meu coração
Vivendo numa só emoção
Ao mesmo tempo consolação
Prendendo-me em uma prisão, a razão!

Fazer, viver, lutar, esquecer...
Dizer, aprender, amar, morrer!






O que fiz?

O que fiz pra você estar assim?
Triste, amargurada e tão longe de mim
Será que sou o culpado? O que faço?
Só faço o amargo, de uma vida de fracasso.
        
         Mas como te magoei?
         Diga-me, por favor!
         Então morro de amor
Com a ferida que não causei

Da minha vida não sei mais nada
Vivendo por viver numa caçada
Em que nela sou a principal caça
E você a fada...
                   ...que me deu o sentido
                            Da palavra “FAÇA”.





Impedir

Expurgar o nocivo e sangrento sentimento
Faze-me viver suficiente na inanição
Que em a causa da profanação 
Daquela êxtase do meu coração.

Excitar o ato de fazer acontecer
Só que você, massa do verbo escarnecer
Angélica da âncora que faze-me viver!

Você não pode me impedir de amar
Fórmula da juventude errante
Em que vive inconstante
E presa no verbo errar!




Lenimento
        
         Suave, doce e feliz
         Sou mais que um aprendiz
         Descobrindo o valor
         Da parábola do amor...




Negligente

Sou negligente por não te aceitar
Insubordinável no ato de errar
Procurando a tua instrução
E não lembrando que você tem coração.

Lamento por ser tarde.
E mesmo errado fiz a minha parte
Biônico por ser nardo.
Opção essa que a vida não me deixou escolher.

Você, viver, saber, escolher!!!






Sinto sua falta

Sinto saudades de você
Impacto ao vê-la escolher.
Nostalgia que é saber, e 
Totalmente preso a morrer
Obstante sem te conhecer.

Sabes tu que conhece a mim.
Único que viveu assim
Amando você até o fim.

Fácil és pra tu ocupar
Alguma parte de meu lar
Lutando pra não deixar
Tortuoso o meu pensar
Avassalador na palavra “amar”




Amar

Amar é se entregar mesmo sabendo que nunca será      
       [correspondido!
Amar é viver mesmo que isso lhe cause a morte!
Amar é falar mesmo que leve uma vida para isso!
Amar é fazer mesmo que você saiba que será em vão!
Amar é aceitar mesmo sabendo que você nunca será                                                                                                        
                                                              [aceito!
Amar é lutar mesmo que essa luta acabe com você!
Amar é entender mesmo que você saiba que nunca será
[compreendido!
Amar é perdoar mesmo que você leve a culpa de tudo!
Amar é caminhar mesmo que tenha muitas barreiras no                                                                                                        
[caminho!
Amar é lembrar mesmo que você seja esquecido!

Amar é possível...
Mesmo sendo impossível...
Nunca esqueça de dizer...
                                      ... “Amo você”.



Por Fernando Medeiros



Simples como tu





Simples e quieta no seu lugar
Me chama a atenção só no falar
Tão linda de uma forma singular
Que nem o tempo pode explicar.

Agora não sei o que faço
Acho que nem um abraço
Pode fazer meu coração se desprender
Pois minha ida só tem olhos pra você.

O mundo desaba sobre mim
Que eu não sei o que fazer
Só a morte pode resolver.

Eu quero tentar outra vez
Mais não sei a reação
De seu pobre coração.  

Por Fernando Medeiros

E ele falou...





E ele simplesmente saiu daquela sala lotada, que o saudava com risos e olharas insensíveis, dizendo:

 "Desculpem-me por não ser igual a todo mundo!
Perdão se minha diferença lhe causa indiferença.
Não posso mudar o sabor da vida,
já bebi goles amargos demais,
por não querer o mesmo vinho que alguns,
Aceitem-me como sou!
Não me imponha sacrifícios.
Já me submeti a muitos,
e hoje me recomponho ,
Quero apenas ser feliz e seguir.
Não quero ser a peça que jogam fora,
só porque não é igual as demais..."

Cristina Lira

Pra nunca mais esquecer




Desde o primeiro dia que te vi
Não pude esquecer o que imaginei
Uma coisa tão linda, que não esqueci
Como foi que te amei

Parecia até que não era real
Uma história que ninguém dava valor
Assim é que se constrói um amor
Com um mundo tão desigual

Não entendo, como? Onde? e por quê?
É que estamos até hoje aqui
Somente eu e você

Então, sei que nem o tempo
Pode apagar um sentimento
O qual sinto por ti...

Fernando Medeiros

É assim!




Levanta-te, oh! Minha amada
Eis que o inverno passou e tudo cessou
E você pensando ainda esta aí
Não sabendo que tudo pode se acabar.

A figueira já deu seus frutos
As flores apareceram na terra
O tempo vem com seu futuro
Que o vento simplesmente os leva.

Agora podes olhar e perceber
Que quanto mais tempo passa
Mais me fazes compreender
Que ainda amo você.

Por Fernando Medeiros