terça-feira, 7 de junho de 2011

E ele falou...





E ele simplesmente saiu daquela sala lotada, que o saudava com risos e olharas insensíveis, dizendo:

 "Desculpem-me por não ser igual a todo mundo!
Perdão se minha diferença lhe causa indiferença.
Não posso mudar o sabor da vida,
já bebi goles amargos demais,
por não querer o mesmo vinho que alguns,
Aceitem-me como sou!
Não me imponha sacrifícios.
Já me submeti a muitos,
e hoje me recomponho ,
Quero apenas ser feliz e seguir.
Não quero ser a peça que jogam fora,
só porque não é igual as demais..."

Cristina Lira

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