Emitir, e não omitir!

Sufoca-me a noite afogando-me em sua escuridão.
As asas arqueadas de anjos servem-me de suporte.
Meus pés pisam em espinhos impiedosos, e a dor da provável e próxima inexistência,
remove-me  a obscuros penamentos.
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Embora vagas e sem sentidos pareçam estas palavras elas foram emitidas por um prisioneiro de guerra, que no dia seguinte fora esquartejado sem dó ou piedade. Faz-nos refletir nossos dias, o ato ignorante de se viver deixando tudo para o amanha.
De se acreditar que os perdões, as ações, os sorrisos, podem ficar para depois.
Nossas vontades, desejos e anseios. O ato de falar boas palavras, agir com ternura e carinho.
Porque omitir o que se deve emitir?
Não seria esse um dos maiores atos de medo?
(Cristina Lira)

Comentários

  1. Oi Cristina!
    Lindo este blog, esse plano de fundo está um espetáculo, parabéns!
    Beijos
    Seguindo-te
    Eu! Leilinha

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  2. Não se deve confudir as palavras,
    em momento algum. A omissão é um crime.

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